terça-feira, 27 de abril de 2010

A Constante Busca por Aprendizado

Na atualidade, a demanda de pessoas sem qualificação no mercado de trabalho é significativa. Muitas delas não têm a oportunidade em aperfeiçoarem-se, porém com os cursos a distância as possibilidades passaram a surgir uma vez que, a facilidade de acesso à rede ajudou o campo a se abrir mais para o sucesso.


Felizmente, o aumento das lan houses proporcionou a realização da educação a distância àqueles que não possuem computadores em casa. Dessa forma, o aluno não deixará de se capacitar apenas por conta de uma estrutura. É viável a todos os tipos de classes, pois mesmo alguém sem tanto poder aquisitivo, possivelmente através das já mencionadas lan houses, poderá dar início ao seu ciclo de cursos de modo a qualificarem-se cada dia mais.


Obviamente, outros públicos também são beneficiados com a educação a distância. Aos profissionais de empresas, por exemplo, lhe são oferecidos os cursos a fim de que possam melhorar o seu trabalho na função exercida proporcionando o crescimento das mesmas.


Mas para esse processo ser possível, são necessárias avaliações de identificação de público e de cursos a serem organizados. Além disso, através dessas avaliações e organizações é que serão montadas as equipes atuantes nas montagens dos cursos e materiais diversos a serem utilizados. 


Continuem acessando o nosso blog. Nos próximos textos, serão debatidas essas e outras questões.

domingo, 18 de abril de 2010

A importância da EAD

A preocupação das pessoas em se aperfeiçoar cada vez mais fez a Educação a Distância (EAD) mudar de foco. Não apenas os cursos mais voltados às atividades práticas ou técnicas são procurados e ofertados. Há cada vez mais cursos de graduação e especialização que se valem da EAD, principalmente no formato on-line, para os mais variados tipos de alunos.
Além de uma modalidade de ensino, a EAD também é um objeto de pesquisa e discussão. O assunto é muito recorrente por causa das oportunidades no mercado de trabalho para tutores, conteudistas e desenhistas instrucionais. Camilla Araujo, aluna de pós-graduação em Tecnologia Educacional e desenhista instrucional, destaca a importância da EAD.
 - Sendo mediada por tecnologias e tendo o aluno e professor em ambientes físicos diferentes, a modalidade a distância de ensino mostra-se uma forma adequada para atender a inúmeras demandas dos estudantes mundo moderno, afirmou Camilla.
Camilla também avalia que muitos dos preconceitos em relação à EAD estão diminuindo em razão dos resultados apresentados.
 - Em alguns casos, com a adequada análise da demanda do público-alvo e o correto planejamento e a implementação do curso, é possível que os alunos tenham um rendimento até mesmo melhor do que o de alunos da educação presencial. Isso, inclusive, já foi comprovado pelo Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), afirmou a desenhista instrucional.
Os professores também são um público muito forte para a EAD. Inúmeras iniciativas governamentais almejam a capacitação e atualização dos professores da rede pública. Um dos exemplos mais claros pode ser visto na página WebEduc, portal do Ministério da Educação que oferece objetos de aprendizagem e outros conteúdos educacionais de livre acesso.
Para garantir a qualidade dos cursos feitos a distância, é necessário que haja uma avaliação criteriosa. Assim, as condições dos cursos seriam melhores e, consequentemente, a desconfiança com a eficiência do ensino a distância iria diminuir ou, quem sabe, deixar de existir. O grande desafio, portanto, não é provar se os cursos a distância funcionam ou não, mas sim garantir a qualidade deles. 

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Os Professores e as Novas Tecnologias

Confiram o vídeo que eu a Juliana Bernardo produzimos para a pós-graduação em Tecnologia Educacional. Entrevistamos professores para saber como eles lidam com as novas tecnologias em suas escolas e tentamos descobrir como eles planejam atividades com novos recursos tecnológicos.


quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Educação a Distância

A Educação a Distância vem crescendo a cada dia devido às novas tecnologias. A Internet - ferramenta fundamental no desenvolvimento dos cursos - está mais inserida no meio educacional, desta forma, proporcionando o acesso de inúmeras pessoas ao campo da educação e a sua individualização dentro do processo educativo. Isto permite, por exemplo, oferecer boas oportunidades aos interessados, mesmo que em áreas remotas e desprovidas. Também compartilha recursos de ensino entre instituições, ocasionando quadros complementares, mesmo em locais afastados.

O aprendizado pode ser feito em casa ou no trabalho, em qualquer horário propiciando a educação continuada. A organização do trabalho em equipe é de intensa cooperação entre o público supracitado. É principiada a utilização do material instrucional na forma de vídeos (DVD`S ou transmitidos via sinal aberto ou fechado de TV) e de software (CD`S). Esse modelo de ensino permite a criação de materiais de alta qualidade com um amplo potencial de aproveitamento futuro.

Esta metodologia cria oportunidades para integrar, enriquecer e expandir os materiais instrucionais. Além disso, apresentam novas formas de interação e comunicação entre instrutores e alunos. Mesmo diante de tantos benefícios, é preciso ter alguns cuidados, como os investimentos fixos que são maiores aos do ensino presencial. 

Confira o trecho de uma matéria do Jornal Nacional de abril de 2009 sobre o ensino a distância.



A EAD possui aspectos críticos. São eles: O desenvolvimento de metodologias pedagógicas eficientes, adequadas para o estudo individual ou em grupo e o investimento no seu aperfeiçoamento, sobretudo, para regulamentar a atividade e também definir e acompanhar indicadores de qualidade, isto é, realizar avaliações constantes para o excelente resultado dos cursos.

sábado, 26 de setembro de 2009

Aprendizagem: Novos Meios

Nos dias atuais, deparamo-nos com um grande avanço tecnológico na área educacional. Sem deixar ultrapassadas as antigas técnicas como livros e impressos (aliás, maravilhosas e magníficas técnicas das quais nunca serão desvalorizadas) seguem abaixo algumas tecnologias bastante contribuintes e significativas em se tratando de aprendizagem:

- Interação multimídia e a instrumentação de dispositivos físicos, abrindo possibilidades para interação via imagem, sons, controle e comando de ações concretas no mundoreal etc;
- Interligação de computadores e pessoas em locais distantes, abrindo novas possibilidades de relação espaço-temporal entre educadores e educandos.

(Fonte: Sociedade da Informação no Brasil - Livro Verde)

Infelizmente, existem escolas que ainda não possuem computadores ligados à internet, deste modo, impossibilitando essa relação espaço-temporal. Mas é possível haver essa interação, se o educador proporcionar "links" de trabalhos realizados em casa e trazidos à sala de aula. Com tudo, é importante, dentro das novas formas tecnológicas, investimento em equipamentos digitais.

Falando de Cibercultura na Educação: Hipertexto

Nova forma de escrita e comunicação de uma sociedade informático-mediática, é também algo que vale para outras realidades e uma espécie de conexão para com o campo educacional. Produz e organiza o conhecimento, implica novas formas de ler, escrever, pensar e aprender. O hipertexto está numa parte superior à do texto e dentro dele, possuem links que tecem caminho à outras janelas conectando expressões com novos textos, distanciando-se da linearidade da página e se pareçem mais com uma rede. Amplia os recursos expressivos do texto escrito na possibilidade de articular imagens, palavras e sons. Além disso, traz a reflexão sobre o digital, isto é, trata-se de outro tipo de materialidade, mudando a relação com o obejeto; o texto não é mais algo palpável, mas feito de "bites", e ocupam um espaço difícil de definir ou imaginar. 

Segundo Ramal (2000):

"O papel do professor é decisivo nos três eixos de conteúdos curriculares, responsável por traçar as estratégias e definir os métodos mais adequados para que o aluno chegue a uma construção ativa do conhecimento; nos conteúdos procedimentais, como dinamizador de grupos, ao ajudar os estudantes a descobrirem as formas pelas quais se chega ao saber e o diálogo possível entre as disciplinas; como educador (nos conteúdos atitudinais) comprometendo-se com o desafio de estimular a consciência crítica para que todos os recursos sejam utilizados a serviço da construção de uma humanidade nova." 

História

"A ideia de hipertexto não nasce com a Internet, nem com a web. De acordo com Burke (2004) e Chartier (2002), as primeiras manifestações hipertextuais ocorrem nos séculos XVI e XVII através de manuscritos e marginalia. Os primeiros sofriam alterações quando eram transcritos pelos copistas e assim caracterizavam uma espécie de escrita coletiva. Os segundos eram anotações realizadas pelos leitores nas margens das páginas dos livros antigos, permitindo assim uma leitura não-linear do texto. Essas marginalia eram posteriormente transferidas para cadernos de lugares-comuns para que pudessem ser consultadas por outros leitores.

Provavelmente, a primeira descrição formal da ideia apareceu em 1945, quando Vannevar Bush publicou na The Atlantic Monthly, "As We May Think", um ensaio no qual descrevia o dispositivo "Memex". Neste artigo, a principal crítica de Bush era aos sistemas de armazenamento de informações da época, que funcionavam através de ordenações lineares, hierárquicas, fazendo com que o indivíduo que quisesse recuperar uma informações tivesse que percorrer catálogos ordenados alfabetica ou numericamente ou então através de classes e sub-classes. De acordo com Bush, o pensamento humano não funciona de maneira linear, mas sim através de associações e era assim que ele propunha o funcionamento do Memex.

O dispositivo nunca chegou a ser construído, mas hoje é tido como um dos precursores da atual web. A tecnologia usada seria uma combinação de controles eletromecânicos e câmeras e leitores de microfilme, todos integrados em uma grande mesa. A maior parte da biblioteca de microfilme estaria contida na própria mesa com a opção de adicionar ou remover rolos de microfilme à vontade. A mesa poderia também ser usada sem a criação de referências, apenas para gerar informação em microfilme, filmando documentos em papel ou com o uso de uma tela translúcida sensível ao toque. De certa forma, o Memex era mais do que uma máquina hipertexto. Era precursor do moderno computador pessoal embora baseado em microfilme. O artigo de Novembro de 1945 da revista Life que mostrava as primeiras ilustrações de como a mesa[1] do Memex podia ser, mostrava também ilustrações de uma câmera montada na cabeça, que o cientista podia usar enquanto fazia experiências, e de uma máquina de escrever capaz de reconhecimento de voz e de leitura de texto por síntese de voz. Juntas, essas máquinas formariam o Memex, provavelmente, a descrição prática mais antiga do que é chamado hoje o Escritório do Futuro.

Não se pode deixar de citar outro personagem de grande importância histórica que é Douglas Engelbart diretor do Augmentation Research Center (ARC) do Stanford Research Institute, centro de pesquisa onde foram testados pela primeira vez a tela com múltiplas janelas de trabalho; a possibilidade de manipular, com a ajuda de um mouse, complexos informacionais representados na tela por um símbolo gráfico; as conexões associativas (hipertextuais) em bancos de dados ou entre documentos escritos por autores diferentes; os grafos dinâmicos para representar estruturas conceituais (o "processamento de idéias" os sistemas de ajuda ao usuário integrados ao programa).[2] O trabalho de Ted Nelson e muitos outros sistemas pioneiros de hipetexto com o "NLS", de Douglas Engelbart, e o HyperCard, incluído no Apple Macintosh, foram rapidamente suplantados em popularidade pela World Wide Web de Tim Berners-Lee, embora faltasse à mesma muitas das características desses sistemas mais antigos como links tipados, transclusão e controle de versão".

Uma Visão Geral


"Vivemos um desses raros momentos em que, a partir de uma nova configuração técnica, quer dizer, de uma nova relação com o cosmos, um novo estilo de humanidade é inventado" (Pierre Lévy 1993, p. 17)

A tecnologia dentro da sociedade possui uma ambiguidade no que se diz respeito à autonomia, conhecimento e inclusão. Estes podem sofrer uma certa dependência, empobrecimento e exclusão social, respectivamente, de acordo com a forma nos quais são utilizados. Quando se trata de novas técnicas, o indivíduo adquire autonomia por estar descobrindo um mundo diferente ao que está habituado, mas se não houver um ponderamento, ou seja, uma maneira correta de observação das mesmas, coloca-se tudo a perder criando uma dependência de algo que não o enriquecerá com bons conhecimentos, tornando-o um "empobrecido cognitivo." Desta forma, aquele que atingiu o domínio, ou até mesmo um certo contato com as técnicas e a informática, é considerado incluso na sociedade digital, ao contrário daquele que não tem a mínima aproximação, considerado excluso.

Os conceitos abordados intermedeiam imensamente com o meio, gerador da aprendizagem, assim, desenvolve o ensino como processo tecnológico. A sociedade tem como praxe relacionar tecnologia à equipamento, por sua vez, muda a forma de atuação e aprimora consideravelmente as técnicas educacionais.

Copyright © 2008 - e-Ducação na Rede - is proudly powered by Blogger
Blogger Template